Publicado por: Eduardo Wagner | maio 12, 2009

Valores – É bom você ter os seus desde cedo

valores

Você conhece esse tal de rock and roll?

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Publicado por: Eduardo Wagner | maio 12, 2009

O Sol que nunca se põe

Durante o verão no ártico, o Sol nunca se põe, apenas zigue-zagueia pelo horizonte.

Este vide cobre uma semana de Sol ao longo do horizonte.

Via Neatorama.

Publicado por: Eduardo Wagner | maio 7, 2009

O fenômeno da Pororoca registrado no rio Araguari/AP

Recentemente, minha companheira Ana, voltou de uma temporada de pesquisa de campo e trabalhos de educação ambiental com comunidades reibeirinhas no Amapá, e trouxe estas imagens da Pororoca que acontece no rio Araguari, no leste do estado do Amapá.

Trabalhei por três anos nesta região em uma unidade de conservação do IBAMA e pude presenciar algumas vezes este evento, tanto neste rio como em um braço de mar. Só que em nenhuma das vezes consegui registrar imagens tão impressionante como estas.

Nas fotos e filmes há surfistas e bodyboarders, que estavam numa competição que foi mostrada pelo Globo Esporte.

Clique nas imagens para abrir em tamanho maior no meu album no Flickr.

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Tudo por uma boa foto.

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Videos

Publicado por: Eduardo Wagner | maio 6, 2009

Molotov – Frijolero

Um pouco de política na música nunca fez mal.

Direto do México.

Yo ya estoy hasta la madre
de que me pongan sombrero
escucha entonces cuando digo
no me llames frijolero.

Y aunque exista algún respeto
y no metamos las narices
nunca inflamos la moneda
haciendo guerra a otros países.

Te pagamos con petróleo
e intereses nuestra deuda
mientras tanto no sabemos
quien se queda con la feria.

Aunque nos hagan la fama
de que somos vendedores
de la droga que sembramos
ustedes son consumidores.

Don’t call me gringo,
You fuckin beaner
stay on your side
of that goddamn river
don’t call me gringo,
You beaner.

No me digas beaner,
Mr. Puñetero
Te sacaré un susto
por racista y culero.
No me llames frijolero,
Pinche gringo puñetero.

Now I wish I had a dime
for every single time
I’ve gotten stared down
For being in the wrong side of town.

And a rich man I’d be
if I had that kind of chips
lately I wanna smack the mouths
of these racists.

Podrás imaginarte desde afuera,
ser un Mexicano cruzando la frontera,
pensando en tu familia mientras que pasas,
dejando todo lo que conoces atrás.

Si tuvieras tú que esquivar las balas
de unos cuantos gringos rancheros
Las seguirás diciendo good for nothing wetback?
si tuvieras tú que empezar de cero.

Now why don’t you look down
to where your feet is planted
That U.S. soil that makes you take shit for granted
If not for Santa Ana, just to let you know
That where your feet are planted would be Mexico
Correcto!

Não entendeu?

Vá ler um livro de história.

Publicado por: Eduardo Wagner | maio 6, 2009

Yeah! I´m vomitin´it

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Publicado por: Eduardo Wagner | maio 5, 2009

Sorria, você está sendo enganado – O caso dos Piratas Somális

Não costumo postar textos de outros lugares aqui. Neste caso é uma tradução do jornal inglês The Independent.

O artigo diz sobre como mais uma vez somos manipulados a cerca de um fato, tudo para atender interesses escusos. O fato em questão é sobre os chamados “piratas” da Somália, que na verdade são uma resposta ao fato de que navios Europeus estariam despejando lixo tóxico, radioativo e com metais pesados em suas águas, como uma forma barata de se desfazer de seus resíudos perigosos. E também o fato de estarem adentrando em águas juridicionais da Somália para fazerem pesca predatória.

Como trabalho com controle resíduos, sei muito bem que os países industrializados sempre procuram uma maneira de se desfazer de resíduos mandando para países pobres ou em desenvolvimento como o Brasil. Vide o caso das inúmeras tentativas de se exportar pneus usados para cá.

Enfim, não dúvido nem um pouco que seja verdade, e que os Somális estejam somente defendendo sua nação.

O original da tradução abaixo pode ser acessado aqui.

Estão-nos mentindo sobre os piratas

5/1/2009, Johann Hari: The Independent, UK
Quem imaginaria que em 2009, os governos do mundo declarariam uma nova Guerra aos Piratas? No instante em que você lê esse artigo, a Marinha Real Inglesa – e navios de mais 12 nações, dos EUA à China – navega rumo aos mares da Somália, para capturar homens que ainda vemos como vilãos de pantomima, com papagaio no ombro. Mais algumas horas e estarão bombardeando navios e, em seguida, perseguirão os piratas em terra, na terra de um dos países mais miseráveis do planeta. Por trás dessa estranha história de fantasia, há um escândalo muito real e jamais contado. Os miseráveis que os governos ‘ocidentais’ estão rotulando como “uma das maiores ameaças de nosso tempo” têm uma história extraordinária a contar – e, se não têm toda a razão, têm pelo menos muita razão.
Os piratas jamais foram exatamente o que pensamos que fossem. Na “era de ouro dos piratas” – de 1650 a 1730 – o governo britânico criou, como recurso de propaganda, a imagem do pirata selvagem, sem propósito, o Barba Azul que ainda sobrevive. Muita gente sempre soube disso e muitos sempre suspeitaram da farsa: afinal, os piratas foram muitas vezes salvos das galés, nos braços de multidões que os defendiam e apoiavam. Por quê? O que os pobres sabiam, que nunca soubemos? O que viam, que nós não vemos? Em seu livro Villains Of All Nations, o historiador Marcus Rediker começa a revelar segredos muito interessantes.
Se você fosse mercador ou marinheiro empregado nos navios mercantes naqueles dias se vivesse nas docas do East End de Londres, se fosse jovem e vivesse faminto–, você fatalmente acabaria embarcado num inferno flutuante, de grandes velas. Teria de trabalhar sem descanso, sempre faminto e sem dormir. E, se se rebelasse, lá estavam o todo-poderoso comandante e seu chicote [ing. the Cat O’ Nine Tails, lit. “o Gato de nove rabos”]. Se você insistisse, era a prancha e os tubarões. E ao final de meses ou anos dessa vida, seu salário quase sempre lhe era roubado.
Os piratas foram os primeiros que se rebelaram contra esse mundo. Amotinavam-se nos navios e acabaram por criar um modo diferente de trabalhar nos mares do mundo. Com os motins, conseguiam apropriar-se dos navios; depois, os piratas elegiam seus capitães e comandantes, e todas as decisões eram tomadas coletivamente; e aboliram a tortura. Os butins eram partilhados entre todos, solução que, nas palavras de Rediker, foi “um dos planos mais igualitários para distribuição de recursos que havia em todo o mundo, no século 18 “.
Acolhiam a bordo, como iguais, muitos escravos africanos foragidos. Os piratas mostraram “muito claramente– e muito subversivamente– que os navios não precisavam ser comandados com opressão e brutalidade, como fazia a Marinha Real Inglesa.” Por isso eram vistos como heróis românticos, embora sempre fossem ladrões improdutivos.
As palavras de um pirata cuja voz perde-se no tempo, um jovem inglês chamado William Scott, volta a ecoar hoje, nessa pirataria new age que está em todas as televisões e jornais do planeta. Pouco antes de ser enforcado em Charleston, Carolina do Sul, Scott disse: “O que fiz, fiz para não morrer. Não encontrei outra saída, além da pirataria, para sobreviver”.
O governo da Somália entrou em colapso em 1991. Nove milhões de somalianos passam fome desde então. E todos e tudo o que há de pior no mundo ocidental rapidamente viu, nessa desgraça, a oportunidade para assaltar o país e roubar de lá o que houvesse. Ao mesmo tempo, viram nos mares da Somália o local ideal onde jogar todo o lixo nuclear do planeta.
Exatamente isso: lixo atômico. Nem bem o governo desfez-se (e os ricos partiram), começaram a aparecer misteriosos navios europeus no litoral da Somália, que jogavam ao mar contêineres e barris enormes. A população litorânea começou a adoecer. No começo, erupções de pele, náuseas e bebês malformados. Então, com o tsunami de 2005, centenas de barris enferrujados e com vazamentos apareceram em diferentes pontos do litoral. Muita gente apresentou sintomas de contaminação por radiação e houve 300 mortes.
Quem conta é Ahmedou Ould-Abdallah, enviado da ONU à Somália: “Alguém está jogando lixo atômico no litoral da Somália. E chumbo e metais pesados, cádmio, mercúrio, encontram-se praticamente todos.” Parte do que se pode rastrear leva diretamente a hospitais e indústrias européias que, ao que tudo indica, entrega os resíduos tóxicos à Máfia, que se encarrega de “descarregá-los” e cobra barato. Quando perguntei a Ould-Abdallah o que os governos europeus estariam fazendo para combater esse ‘negócio’, ele suspirou: “Nada. Não há nem descontaminação, nem compensação, nem prevenção.”
Ao mesmo tempo, outros navios europeus vivem de pilhar os mares da Somália, atacando uma de suas principais riquezas: pescado. A Europa já destruiu seus estoques naturais de pescado pela superexploração – e, agora, está superexplorando os mares da Somália. A cada ano, saem de lá mais de 300 milhões de atum, camarão e lagosta; são roubados anualmente, por pesqueiros ilegais. Os pescadores locais tradicionais passam fome.
Mohammed Hussein, pescador que vive em Marka, cidade a 100 quilômetros ao sul de Mogadishu, declarou à Agência Reuters: “Se nada for feito, acabarão com todo o pescado de todo o litoral da Somália.”
Esse é o contexto do qual nasceram os “piratas” somalianos. São pescadores somalianos, que capturam barcos, como tentativa de assustar e dissuadir os grandes pesqueiros; ou, pelo menos, como meio de extrair deles alguma espécie de compensação.
Os somalianos chamam-se “Guarda Costeira Voluntária da Somália”. A maioria dos somalianos os conhecem sob essa designação. Pesquisa divulgada pelo site somaliano independente WardheerNews informa que 70% dos somalianos “aprovam firmemente a pirataria como forma de defesa nacional”.
Claro que nada justifica a prática de fazer reféns. Claro, também, que há gângsteres misturados nessa luta – por exemplo, os que assaltaram os carregamentos de comida do World Food Programme. Mas em entrevista por telefone, um dos líderes dos piratas, Sugule Ali disse: “Não somos bandidos do mar. Bandidos do mar são os pesqueiros clandestinos que saqueiam nosso peixe.” William Scott entenderia perfeitamente.
Por que os europeus supõem que os somalianos deveriam deixar-se matar de fome passivamente pelas praias, afogados no lixo tóxico europeu, e assistir passivamente os pesqueiros europeus (dentre outros) que pescam o peixe que, depois, os europeus comem elegantemente nos restaurantes de Londres, Paris ou Roma? A Europa nada fez, por muito tempo. Mas quando alguns pescadores reagiram e intrometeram- se no caminho pelo qual passa 20% do petróleo do mundo… imediatamente a Europa despachou para lá os seus navios de guerra.
A história da guerra contra a pirataria em 2009 está muito mais claramente narrada por outro pirata, que viveu e morreu no século 4º AC. Foi preso e levado à presença de Alexandre, o Grande, que lhe perguntou “o que pretendia, fazendo-se de senhor dos mares.” O pirata riu e respondeu: “O mesmo que você, fazendo-se de senhor das terras; mas, porque meu navio é pequeno, sou chamado de ladrão; e você, que comanda uma grande frota, é chamado de imperador.” Hoje, outra vez, a grande frota europeia lança-se ao mar, rumo à Somália – mas… quem é o ladrão?

Publicado por: Eduardo Wagner | abril 29, 2009

Uma foto herética – Papa Bento XVI

Papa Bento XVI x Marilyn Monroe Crossover = O Papa é Pop!

pope

Hell Yeah Flickr!

Publicado por: Eduardo Wagner | abril 29, 2009

Sites com boas informações sobre a Gripe Suína ou Influenza Suína

Em uma das listas discussões que participo, encontrei um site, feito por biólogos, com boas informações sobre a gripe suína ou influenza suína. Ele apresenta diversas informações sobre a gripe, tais como evitar ou tratar. Também apresenta um mapa atualizado de casos suspeitos, confirmados e mortes causados pela doença ao redor do mundo.

Acesse aqui o Origen.info, com as informações

sobre a Gripe Suína ou Influenza Suína

Sobre o site os autores informam:

Este portal não tem fins comerciais ou promocionais. Ele é uma iniciativa de um epidemiólogo e uma profissional de tecnologia de informação que, no dia 27/04/2009 e de forma voluntária, decidiram criar uma fonte de informações atualizada e autoritativa para informar o público sobre como reagir ante o perigo de uma pandemia de gripe.

Procuramos compilar de forma mais clara e acessível possível informações práticas e de alta qualidade. No entanto, podemos estar errados ou defasados em algum tópico, de forma que agradecemos qualquer correção, ou comentários construtivos.

Nosso profundo desejo é que este website seja inútil na medida em que o perigo da pandemia não se materialize. Mas, se o curso dos acontecimentos trouxer esta catástrofe, o melhor jeito de reduzir seus efeitos será não somente através da atuação competente das autoridades em manter os serviços públicos funcionando, mas -e igualmente importante- através da atuação bem informada de toda a população. Para este último propósito é que propomo-nos a contribuir.

Nenhuma das opiniões ou instituições nomeadas neste website são responsáveis pelas informações na forma aqui compiladas (para este fim, deve-se consultar a fonte diretamente para verificar o conteúdo original).  Os autores (abaixo) são responsáveis pelo conteúdo e opiniões, e agradecem a colaboração que possa vir em forma de novas informações, críticas e/ou correções.

Dr. Wladimir J. Alonso

Doutor em Epidemiologia pela Universidade de Oxford (Reino Unido). Biólogo e Mestre em Ecologia pela Universidade de São Paulo. Pesquisador associado do Centro Internacional Fogarty (Institutos Nacionais de Saúde), trabalhando atualmente principalmente com modelagem matemática e estatística de gripe e diarréia.  Consultor científico em modelagem geográfica e temporal de doenças infecciosas (publicações).

Dra. Cynthia Schuck-Paim

Doutora em Zoologia pela Universidade de Oxford (Reino Unido), e pós-doutora com especialização em economia experimental e psicologia experimental. Bióloga e Mestre em Ecologia pela Universidade de São Paulo. Sócia-diretora e gerente de projetos da empresa de consultoria científica Origem, especialista em estatística e IT, e fundadora do  site internacional sobre alergias alimentares specialgourmets.com

Outros sites com boas informações sobre a Gripe Suína são recomendados neste site. Tomei a liberdade de reprodui-los aqui:

Tratamento da influenza em casa (em inglês)

WebMed (em inglês)

AvianFlu.org (em espanhol)

Organização Mundial da Saúde (em espanhol)

Ministério de Saúde do Brasil (em português) *

Centro de Controle de Doenças dos EUA (dados gerais – em espanhol)

Centro de Controle de Doenças dos EUA (informação sobre viagens  – em inglês) *

Livro da gripe aviária (em inglês)

PandemicFlu.org (em espanhol)

Publicado por: Eduardo Wagner | abril 28, 2009

A Gripe Suína e a Mídia

porquinhos

A Gripe Suína é causada pelo vírus H1N1, uma combinação das cepas dos vírus suíno, aviário e humano. A contaminação se dá pelo ar ou objetos contaminados.

O consumo de carne de porco e seus derivados não apresenta nenhum risco para contaminação humana. As máscaras de proteção utilizadas no início do surto no México não impedem o contágio da doença.

Assim como a gripe humana comum, a suína apresenta os sintomas: febre, cansaço, fadiga, dores pelo corpo e tosse. Existe vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizadas pelos humanos.

Agora que você já sabe o que é a gripe suína, vamos aos fatos:

A mídia já começou a espalhar o pânico infundado.

Logo, logo milhares de pessoas estarão correndo para os balcões de farmácia para tomar ou compra um suposto remédio ou vacina contra a Gripe Suína.

E óbvio, os maiores receitadores de remédios do Brasil, os balconistas de farmácia, receitarão toneladas de remédios para o povão.

A mídia sempre torce por alguma desgraça, hoje em dia a maioria dos veículos de informação se portam como o extinto jornal sanguinário Noticias Populares.

Os canais de TV, jornais e portais da internet, que geralmente são todos farinha do mesmo saco ou do mesmo grupo, o que dá na mesma, vão espalhar o terror, assim como fizeram com a febre amarela em 2007 (pessoas chegaram a morrer por ter tomado duas ou mais doses da vacina, instigado pelo pânico feito pela mídia), tudo em busca de uma suposta audiência.

Este conglomerados de mídia, são os grandes responsáveis pelo emburrecimento do povão e sua manutenção num eterno estado de catalepsia televisiva (substitua por orkutiva, emeesenetiva, futeboletiva ou qualquer outro fator de ignorância coletiva).

Outros tentam culpar o lula. Não me surpreenderia se a revista Veja trouxesse estampada em sua capa a manchete: Lula é o culpado pela Gripe Suína.

E assim continuaremos até a próxima catástrofe, bala perdida, mulequinho arrastado do carro ou jogado do prédio…..ou biquebróder…

Triste Brasil.

Veja também o Post:

Site com boas informações sobre a Gripe Suína

Publicado por: Eduardo Wagner | abril 20, 2009

Pesquisando Torrents através do Google

Taí uma coisa que não sabia.

O Google disponibiliza uma busca por arquivos Torrents em suas buscas personalizadas. Uma boa alternativa ao The Pirate Bay, agora que estão ameaçando fechar o site.

Clique aqui para acessar a pesquisa de torrents no google.

Atualizado dia 24/04:

Descobri hoje que há o The Pirate Google, com os mesmos principios acima.

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