Publicado por: Eduardo Wagner | março 25, 2010

Eleições 2010: Não votem em candidatos com apelo religioso

Votar em um candidato porquê o cara se diz evangélico, católico e o escambau é o fim da picada.

Esse tipo de candidato tende a ser da pior espécie, pois vai legislar apenas em interesse próprio.

Façam uma pesquisa do histórico do nobres deputados e senadores do congresso nacional, da chamada “bancada evangélica” para vocês verem no tanto de maracutaias e acusações que estes senhores estão envolvidos.

Esse tipo de politico se utiliza do subterfúgio, da fé e da santidade, para atrair o voto das pessoas, principalmente daquelas mais humildes.

E o Brasil, é um estado laico, definido pela constituição.

Laico = leigo.

Ou seja, o Estado laico dentro deste contexto é aquele que não tem conhecimento sobre a religião e seus deuses, sejam quais estes forem.Tal atitude assumida na constituição foi com a finalidade de evitar que as religiões se intrometam nas decisões do estado. Tudo isso para garantir nossos direitos e individualidades.

E o cara, quer ser eleito, para um cargo cujas as atribuições são definidas pela constituição, se utilizando do mote religioso?

É muita picaretagem.


Publicado por: Eduardo Wagner | julho 7, 2009

Moon Walking Bird

Pra não dizer que não falei do Michael Jackson

Publicado por: Eduardo Wagner | junho 10, 2009

Sobre os jornais e a grande mídia

dino

Com todo o celeuma criado sobre o tal blog da Petrobrás (que eu achei uma idéia magnífica, de mestre) o Azenha, em seu blog num excelente post definiu muito bem o que anda acontecendo:

“O Jornalismo não acabou. Simplesmente ficou mais dificil enganar os incautos.”


E viva a democracia!

Publicado por: Eduardo Wagner | junho 5, 2009

Dia mundial do meio ambiente – Nada a comemorar

Diante da situação relatada no post abaixo, da iminência da revogação total de toda legislação ambiental brasileira, promovida por setores interessados no desenvolvimento predatório, nós, servidores federais da carreira de meio ambiente elaboramos uma carta aberta à sociedade brasileira, onde os funcionários públicos que atuam nos diversos órgãos de defesa da natureza no Brasil fazem um resumo da situação crítica do tema.
O texto é fruto do II Congresso Ordinário dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente, realizado na cidade de Belo Horizonte (BH) e organizado pelo Asibama (Associação dos Servidores do Ibama) Nacional. No documento, é exposta a “atual situação de crise da gestão ambiental no país” e as péssimas condições de trabalho.

Carta de BH

No II Congresso Ordinário dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente e do PECMA, na cidade de Belo Horizonte-MG, convocado pela Asibama Nacional, os participantes vêm por meio desta alertar a sociedade brasileira sobre a atual situação de crise da gestão ambiental no país, em que se verifica constantes ataques aos órgãos ambientais da Administração Pública. Estas ações atendem, principalmente, aos interesses de setores econômicos e políticos que perseguem ganaciosamente um modelo desenvolvimentista não-sustentável e que, infelizmente, estão aumentando o seu poder de influência e de barganha dentro do atual governo e do Congresso Nacional.

No setor público, está em curso um evidente processo de desmantelamento das instituições ambientais, que, não de hoje, vem sendo denunciado pelas entidades representativas. Nos últimos anos, houve uma fragmentação da gestão ambiental que gerou uma caos sem precedentes. Os servidores continuam a trabalhar sem um mínimo de estrutura física, administrativa e operacional adequadas à execução de suas atividades, e esta situação vem sendo agravada nos últimos tempos. Diante disto, desenvolver um trabalho na área ambiental só está sendo possível devido aos esforços individuais dos servidores, que não apenas se preocupam em fazer cumprir a legislação ambiental, mas que lutam para preservar esta conquista.

Cabe observar ainda que a busca irracional pelo desenvolvimento à qualquer custo vem inspirando inéditas distorções na legislação ambiental brasileira, que já foi considerada uma das mais avançadas do planeta. Caso evidente desta tendência se verifica na recente decisão da Assembleia Legislativa de Santa Catarina que, em total desrespeito à legislação federal, reduziu a área de proteção das matas ciliares. Outra medida neste mesmo sentido é o decreto que transfere a gestão da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central, patrimônio da União, para a gestão do governo do Distrito Federal, conhecido por fomentar a especulação imobiliária, e este precedente coloca em risco todas as unidades de conservação de uso sustentável no país.

Somam-se a estas iniciativas, as edições da Medida Provisória 458, que trata da regularização fundiária na Amazônia Legal e que, na prática, legaliza a grilagem de terras na região, e a Medida Provisória 452, que dispensa a exigência de licenciamento ambiental para construção de rodovias no país. Outra ameaça à legislação ambiental é o projeto de lei, que tramita no Congresso Nacional, que altera o Código Florestal Brasileiro e que coloca em risco todo o patrimônio ambiental nacional.

Diante disto tudo, os servidores estão empenhados em reverter este processo e cobram das autoridades o fortalecimento dos órgãos ambientais e ainda medidas efetivas para melhorar a gestão ambiental no país. Este alerta é fruto de uma discussão madura e responsável daqueles que executam a Política Nacional do Meio Ambiente. O momento exige uma ampla união e participação da sociedade civil organizada para que possamos garantir um meio ambiente preservado para esta e as futuras gerações.

Belo Horizonte, 15 de maio de 2009.

Publicado por: Eduardo Wagner | junho 5, 2009

Nota pública contra o desmonte da política ambiental brasileira

Hoje é dia mundial do meio ambiente, e nós brasileiros, não temos nada a comemorar nesta data, dado a grande investida da bancada ruralista e outros setores, que empenhados no desenvolvimento a qualquer custo, tentam de todas maneiras possíveis, revogar quase toda nossa legislação ambiental.

Segue abaixo nota das entidades ambientalistas sobre o fato.

Entidades divulgam nota pública contra o desmonte da política ambiental

Na semana mundial do Meio Ambiente e depois da aprovação no Senado da MP 458, que abre portas à legalização da grilagem e à concentração de terras, entidades ambientalistas e movimentos sociais divulgam nota pública com o objetivo de manifestar contrariedade aos ataques à legislação e à política nacional ambiental. Veja abaixo o documento:

Nota pública contra o desmonte da política ambiental brasileiraAs organizações da sociedade civil abaixo assinadas vêm a público manifestar, durante a semana do meio ambiente, sua extrema preocupação com os rumos da política socioambiental brasileira e afirmar, com pesar, que esta não é uma ocasião para se comemorar. É sim momento de repúdio à tentativa de desmonte do arcabouço legal e administrativo de proteção ao meio ambiente arduamente construído pela sociedade nas últimas décadas. Recentes medidas dos poderes Executivo e Legislativo, já aprovadas ou em processo de aprovação, demonstram claramente que a lógica do crescimento econômico a qualquer custo vem solapando o compromisso político de se construir um modelo de desenvolvimento socialmente justo, ambientalmente adequado e economicamente sustentável.

1. Já em novembro de 2008 o Governo Federal cedeu pela primeira vez à pressão do lobby da insustentabilidade ao modificar o decreto que exigia o cumprimento da legislação florestal (Decreto 6514/08) menos de cinco meses após sua edição.

2. Pouco mais de um mês depois, revogou uma legislação da década de 1990 que protegia as cavernas brasileiras para colocar em seu lugar um decreto que põe em risco a maior parte de nosso patrimônio espeleológico. A justificativa foi que a proteção das cavernas, que são bens públicos, vinha impedindo o desenvolvimento de atividades econômicas como mineração e hidrelétricas.

3. Com a chegada da crise econômica mundial, ao mesmo tempo em que contingenciava grande parte do já decadente orçamento do Ministério do Meio Ambiente (hoje menor do que 1% do orçamento federal), o governo baixava impostos para a produção de veículos automotores. Fazia isso sem qualquer exigência de melhora nos padrões de consumo de combustível ou apoio equivalente ao desenvolvimento do transporte público, indo na contramão da história e contradizendo o anúncio feito meses antes de que nosso País adotaria um plano nacional de redução de emissões de gases de efeito estufa.

4. Em fevereiro deste ano uma das medidas mais graves veio à tona: a MP 458 que, a título de regularizar as posses de pequenos agricultores ocupantes de terras públicas federais na Amazônia, abriu a possibilidade de se legalizar a situação de uma grande quantidade de grileiros, incentivando, assim, o assalto ao patrimônio público, a concentração fundiária e o avanço do desmatamento ilegal. Ontem (03/06) a MP 458 foi aprovada pelo Senado Federal.

5. Enquanto essa medida era discutida – e piorada – na Câmara dos Deputados, uma outra MP (452) trouxe, de contrabando, uma regra que acaba com o licenciamento ambiental para ampliação ou revitalização de rodovias, destruindo um dos principais instrumentos da política ambiental brasileira e feita sob medida para se possibilitar abrir a BR 319 no coração da floresta amazônica, com motivos por motivos político-eleitorais. Essa MP caiu por decurso de prazo, mas a intenção por trás dela é a mesma que guia a crescente politização dos licenciamentos ambientais de grandes obras a cargo do Ibama, cuja diretoria reiteradamente vem desconhecendo os pareceres técnicos que recomendam a não concessão de licenças para determinados empreendimentos.

6. Diante desse clima de desmonte da legislação ambiental, a bancada ruralista do Congresso Nacional, com o apoio explícito do Ministro da Agricultura, se animou a propor a revogação tácita do Código Florestal, pressionando pela diminuição da reserva legal na Amazônia e pela anistia a todas as ocupações ilegais em áreas de preservação permanente. Essa movimentação já gerou o seu primeiro produto: a aprovação do chamado Código Ambiental de Santa Catarina, que diminui a proteção às florestas que preservam os rios e encostas, justamente as que, se estivessem conservadas, poderiam ter evitado parte significativa da catástrofe ocorrida no Vale do Itajaí no final do ano passado.

7. A última medida aprovada nesse sentido foi o Decreto 6848, que, ao estipular um teto para a compensação ambiental de grandes empreendimentos, contraria decisão do Supremo Tribunal Federal, que vincula o pagamento ao grau dos impactos ambientais, e rasga um dos pontos principais da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, assinada pelo País em 1992, e que determina que aquele que causa a degradação deve ser responsável, integralmente, pelos custos sociais dela derivados (princípio do poluidor-pagador). Agora, independentemente do prejuízo imposto à sociedade, o empreendedor não terá que desembolsar mais do que 0,5% do valor da obra, o que desincentiva a adoção de tecnologias mais limpas, porém mais caras.

8. Não fosse pouco, há um ano não são criadas unidades de conservação, e várias propostas de criação, apesar de prontas e justificadas na sua importância ecológica e social, se encontram paralisadas na Casa Civil por supostamente interferirem em futuras obras de infra-estrutura, como é o caso das RESEX Renascer (PA), Montanha-Mangabal (PA), do Baixo Rio Branco-Jauaperi (RR/AM), do Refúgio de Vida Silvestre do Rio Tibagi (PR) e do Refúgio de Vida Silvestre do Rio Pelotas (SC/RS).

Diante de tudo isso, e de outras propostas em gestação, não podemos ficar calados, e muito menos comemorar. Esse conjunto de medidas, se não for revertido, jogará por terra os tênues esforços dos últimos anos para tirar o País do caminho da insustentabilidade e da dilapidação dos recursos naturais em prol de um crescimento econômico ilusório e imediatista, que não considera a necessidade de se manter as bases para que ele possa efetivamente gerar bem-estar e se perpetuar no tempo.

Queremos andar para frente, e não para trás. Há um conjunto de iniciativas importantes, que poderiam efetivamente introduzir a variável ambiental em nosso modelo de desenvolvimento, mas que não recebem a devida prioridade política, seja por parte do Executivo ou do Legislativo federal. Há anos aguarda votação pela Câmara dos Deputados o projeto do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) Verde, que premia financeiramente os estados que possuam unidades de conservação ou terras indígenas. Nessa mesma fila estão dezenas de outros projetos, como o que institui a possibilidade de incentivo fiscal a projetos ambientais, o que cria o marco legal para as fontes de energia alternativa, o que cria um sistema de pagamento por serviços ambientais, dentre tantos que poderiam fazer a diferença, mas que ficam obscurecidos entre uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e outra. E enquanto o BNDES ainda tem em sua carteira preferencial os tradicionais projetos de grande impacto ambiental, os pequenos projetos sustentáveis não têm a mesma facilidade e os bancos públicos não conseguem implementar sequer uma linha de crédito facilitada para recuperação ambiental em imóveis rurais.

Nesse dia 5 de junho, dia do meio ambiente, convocamos todos os cidadãos brasileiros a refletirem sobre as opções que estão sendo tomadas por nossas autoridades nesse momento, e para se manifestarem veementemente contra o retrocesso na política ambiental e a favor de um desenvolvimento justo e responsável.

Brasil, 04 de junho de 2009.

Assinam:

Amigos da Terra / Amazônia Brasileira

Associação Movimento Ecológico Carijós – AMECA

Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida – APREMAVI

Conservação Internacional Brasil

Fundação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional – FASE

Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – FBOMS

Fórum das ONGs Ambientalistas do Distrito Federal e Entorno

Greenpeace

Grupo Ambiental da Bahia – GAMBA

Grupo Pau Campeche

Grupo de Trabalho Amazônico – GTA

Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia – IMAZON

Instituto de Estudos Socioeconômicos – INESC

Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia – IPAM

Instituto Socioambiental – ISA

Instituto Terra Azul

Mater Natura

Movimento de Olho na Justiça – MOJUS

Rede de ONGs da Mata Atlântica

Sociedade Brasileira de Espeleologia

Via Campesina Brasil

WWF Brasil

Contatos:

Amigos da Terra / Amazônia Brasileira

Bruno Calixto, assessor de comunicação – (11) 38879369 / e-mail: bruno.calixto@amazonia.org.br

Entrevistas:

- Brent Millikan, coordenador de projetos

IMAZON

Adriana Fradique, assessora de comunicação – (91) 31824000 / 31824012 / e-mail: adriana@imazon.org.br

Entrevistas:

- Paulo Barreto, pesquisador sênior

- Brenda Brito, secretária executiva

Inesc

Entrevistas:

- Ricardo Verdum, assessor de Políticas Indígena e Socioambiental – (61) 3212-0200 / e-mail: verdum@inesc.org.br

Instituto Socioambiental – ISA

Katiuscia Sotomayor, assessora de comunicação e imprensa – (61) 30355114 / e-mail: katiuscia@socioambiental.org.br

Entrevistas:

- Raul do Valle, coordenador adjunto do PPDS

- Adriana Ramos, secretária executiva adjunta

Greenpeace

Assessoria de comunicação – (11) 3035-1167

WWF Brasil

Denise Oliveira, coordenadora de comunicação – (61) 3364 7400 / 7497 / 81752695 / e-mail: doliveira@www.org.br

Entrevistas:

- Cláudio C. Maretti, superintendente de Conservação (Programas Regionais)

- Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de Conservação (Programas Temáticos)

- Mauro Armelin, coordenador do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável

Fonte

Publicado por: Eduardo Wagner | junho 4, 2009

O Mundo da Química

Video hilário feito para a Comissão Européia de Pesquisa.

Instigando a aprender.

Via Neatorama

Publicado por: Eduardo Wagner | junho 3, 2009

O planeta sem Oceanos – Drain the Oceans – Nat Geo and ORF

O que aconteceria se os oceanos do planeta secassem?Este trabalho foi elaborado para o NatGeo da BBC. E nos dá uma amostra de como ficaria o planeta sem esse bem tão precioso que é a água.

Saiba mais aqui.

Publicado por: Eduardo Wagner | maio 20, 2009

Calvin & Haroldo – Vida Inteligente

Calvin_Hobbes

Publicado por: Eduardo Wagner | maio 19, 2009

Atlântis e o Sol

Pra quem gosta de fotografia ou astronomia, esta foto é fantástica.

Repare bem neste grande Sol amarelo, praticamente por aquele pontinho preto em sua porção esquerdo inferior.atlantis_hst_2009may13

Clique aqui para ver em tamnho maior.

Só que passamos por um período de baixa atividade solar, onde não há a presença de nenhuma mancha solar.

Então o que seria o pontinho preto ali?

Ai que vem o mais espetacular.

atlantis_sol

Trata-se do ônibus espacial Atlântis, o objeto maior, e o menor a causa deste estar lá, o telescópio espacial Hubble.

A missão da STS-125 foi a de trocar componentes do telescópio Hubble. A Atlântis tem 35 metros de comprimento, e o Hubble 13 metros, estavam a uma altitude de 600 km da terra, a uma velocidade de 25 mil km por hora.

E aqui uma imagem mais formidavel ainda.

STS-125 Atlantis Solar Transit

As fotos foram tiradas pelo astrofotógrafoThierry Legault, este equipamento ai:

atlantis_hst_ksc

A propósito, no fundo você pode ver a Endeavour preparada para resgate da Atlântis em caso de algum problema.

Para saber mais clique aqui ou aqui.

Publicado por: Eduardo Wagner | maio 15, 2009

That´s Rock and Roll Baby

Achei essa performance ai no Youtube, e tive que compartilhar.

O show foi em 2003 no Grammy Awards, e foi um tributo ao Joe Strummer do The Clash que havia morrido no ano anterior.

A banda composta por 4 guitarristas, Dave Grohl do Foo Fighters, Elvis Costello, Bruce Springsteen e o guitarrista da banda de Bruce, Steve Zandt, o baixista Tony Kanal e o baderista da banda do Costello, Pete Thomas.

Rock and Roll puro.


					

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